{"id":1553,"date":"2022-10-18T08:27:00","date_gmt":"2022-10-18T11:27:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/?p=1553"},"modified":"2022-10-18T10:35:27","modified_gmt":"2022-10-18T13:35:27","slug":"especie-em-extincao-anta-e-filhote-sao-flagrados-no-recanto-ecologico-rio-da-prata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/2022\/10\/18\/especie-em-extincao-anta-e-filhote-sao-flagrados-no-recanto-ecologico-rio-da-prata\/","title":{"rendered":"Esp\u00e9cie em extin\u00e7\u00e3o, anta e filhote s\u00e3o flagrados no Recanto Ecol\u00f3gico Rio da Prata"},"content":{"rendered":"\n<p>Um filhote de anta (<em>Tapirus terrestris<\/em>) foi flagrado na companhia de sua m\u00e3e pelas lentes das armadilhas fotogr\u00e1ficas instaladas no Recanto Ecol\u00f3gico Rio da Prata (Jardim\/MS).<\/p>\n\n\n\n<p>Com a pele rajada e algumas pintas, caracter\u00edsticas que desaparecer\u00e3o ap\u00f3s alguns meses para dar lugar \u00e0 pele escura caracter\u00edstica dos indiv\u00edduos adultos, o filhote encontra nas folhagens a alimenta\u00e7\u00e3o ideal que necessita.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Veja o v\u00eddeo:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Anta e filhote s\u00e3o flagrados pelas armadilhas fotogr\u00e1ficas no Recanto Ecol\u00f3gico Rio da Prata\" width=\"790\" height=\"444\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/DZBPdssPdu0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Flagrar a esp\u00e9cie nos campos do Recanto Ecol\u00f3gico Rio da Prata \u00e9 motivo de muita, mas muita alegria mesmo. Considerado o maior mam\u00edfero brasileiro, a anta encontra-se em risco de extin\u00e7\u00e3o na maior parte dos ecossistemas onde existem no Brasil , devido \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o de seus habitats naturais e pela pr\u00e1tica da ca\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes animais vivem em \u00e1reas de florestas e savanas, alimentando-se de grama, folhagens, brotos, frutas e vegeta\u00e7\u00e3o aqu\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p>A reintrodu\u00e7\u00e3o de antas \u00e9 desafiadora por conta da reprodu\u00e7\u00e3o lenta desses animais. A gesta\u00e7\u00e3o dura 13 meses, para o nascimento de um \u00fanico filhote, que depois acompanha sua m\u00e3e por cerca de um ano e meio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Reintegra\u00e7\u00e3o na natureza<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Recanto Ecol\u00f3gico Rio da Prata, assim como a Lagoa Misteriosa e a Est\u00e2ncia Mimosa \u2013 atrativos do Grupo Rio da Prata, s\u00e3o parceiros de longa data e credenciados junto ao Centro de Reabilita\u00e7\u00e3o de Animais Silvestres \u2013 CRAS \u2013 de Mato Grosso do Sul, local criado para receber animais para serem reintegrados \u00e0 natureza, onde s\u00e3o alimentados e passam por tratamento at\u00e9 a soltura.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2014, o CRAS realizou pela primeira vez na regi\u00e3o a soltura de um lobo-guar\u00e1, na \u00e1rea da Reserva Particular do Patrim\u00f4nio Natural \u2013 RPPN \u2013 Cabeceira do Prata, onde acontece o passeio de trilha e flutua\u00e7\u00e3o do Recanto Ecol\u00f3gico Rio da Prata. A escolha do local mostrou que a RPPN est\u00e1 apta a receber animais deste porte!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um filhote de anta (Tapirus terrestris) foi flagrado na companhia de sua m\u00e3e pelas lentes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1555,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[110],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1553"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1553"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1553\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1556,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1553\/revisions\/1556"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1555"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1553"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1553"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1553"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}