{"id":271,"date":"1999-07-08T15:40:15","date_gmt":"1999-07-08T18:40:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/?p=271"},"modified":"2019-08-21T15:46:59","modified_gmt":"2019-08-21T18:46:59","slug":"correio-do-estado-turismo-rio-da-prata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/1999\/07\/08\/correio-do-estado-turismo-rio-da-prata\/","title":{"rendered":"Correio do Estado &#8211; Turismo: Rio da Prata"},"content":{"rendered":"\n<p>O Rio da Prata pode at\u00e9 n\u00e3o conter o metal precioso, mas suas belezas naturais v\u00eam atraindo centenas de turistas que se dirigem \u00e0 regi\u00e3o da Serra da Bodoquena na alta e baixas temporadas, Uma turista brasiliense, de origem indon\u00e9sia, em recente visita ao Rio da Prata recomendou: \u201cQuem tiver um \u00fanico dia para passar em Bonito, deve escolher o Rio da Prata\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo isso porque o passeio re\u00fane os elementos de maior atra\u00e7\u00e3o para quem visita a regi\u00e3o: \u00e1guas cristalinas, flutua\u00e7\u00e3o, trilhas ecol\u00f3gicas, fauna e flora exuberantes. E tem como diferenciais a maior variedade de peixes, ressurg\u00eancias de \u00e1guas subterr\u00e2neas e maior extensa do percurso na \u00e1gua \u2013 s\u00e3o 2.500 metros de flutua\u00e7\u00e3o nas \u00e1guas dos rios Olho D\u00b4\u00c1gua e Prata, afluentes do Rio Miranda. <\/p>\n\n\n\n<p>Sobre os peixes, mais um ponto a favor do Prata, L\u00e1 s\u00e3o encontradas 37 esp\u00e9cies diferentes, sendo o \u00fanico passeio onde o turista pode ver pintados e cardumes de pacus, conforme informou o guia tur\u00edstico mais antigo de Bonito, S\u00e9rgio Ferreira Gonz\u00e1les. O passeio todo dura quatro horas dentro da fazenda, iniciando com uma caminhada de 50 minutos pela trilha interpretativa da mata ciliar do Prata, cruzando com animais silvestres a todo o momento, desde macacos a mutuns. Ap\u00f3s a caminhada o turista chega \u00e0 nascente do Olho D\u2019\u00c1gua, onde o equipado com m\u00e1scara inicia a flutua\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Temperatura &#8211; A \u00e1gua no rio tem temperatura m\u00e9dia de 21\u00ba C no ver\u00e3o, enqunato na baixa temporada (outono, inverno) a m\u00e9dia \u00e9 de 22\u00ba C a 23\u00ba C. Quando a \u00e1gua est\u00e1 mais quente \u00e9 poss\u00edvel at\u00e9 mesmo ver uma sucuri se banhando no Prata. A surpresa marcou o passeio de  dois turistas portugueses, que ficaram alguns minutos acompanhando os movimentos do r\u00e9ptil. \u201cA sucuri \u00e9 um animal que foge do movimento. Nunca foi registrado ataque de sucuri a turistas aqui na regi\u00e3o\u201d, garantiu Gonz\u00e1les.<\/p>\n\n\n\n<p>A flutua\u00e7\u00e3o tem o auge na chegada \u00e0s ressurg\u00eancias, que se formam devido a fendas geol\u00f3gicas e \u00e0 passagem de um rio subterr\u00e2neo. O local foi convenientemente chamado \u201cvulc\u00e3o\u201d. Uma turista paulista comparou o som produzido no \u201cvulc\u00e3o\u201d as batidas do cora\u00e7\u00e3o. O retorno \u00e0 sede \u00e9 bastante esperado, j\u00e1 que para recompor as energias \u00e9 servido um almo\u00e7o t\u00edpico, com pratos como o guisado, sopa paraguaia e carreteiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Correio do Estado &#8211; Turismo<br>\nCampo Grande \u2013 MS \u2013 Quinta-feira, 8 de Julho de 1999<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Rio da Prata pode at\u00e9 n\u00e3o conter o metal precioso, mas suas belezas naturais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/271"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=271"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/271\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":272,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/271\/revisions\/272"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=271"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=271"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.riodaprata.eco.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=271"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}