Bonito no Especial Guia de Mergulho – Revista Náutica

A resposta é simples, não é só possível, como é uma deliciosa realidade. E a prova disso está em plena Serra da Bodoquena, no estado do Mato Grosso do Sul.

As águas cristalinas nos arredores das cidades de Bodoquena, Bonito e Jardim são de tirar o fôlego para os praticantes do snorkeling e do mergulho autônomo. Aquários naturais cheios de peixes e fantásticas cavernas subaquáticas – estas últimas para os que possuem treinamento especial – fazem valer a pena cada quilometro e cada centavo de uma viagem a partir de qualquer lugar do país.”

Especial Guia de Mergulho – Revista Náutica.

Bonito, Capital do Ecoturismo, é destaque no Portal Terra

Não há como ignorar o trocadilho: Bonito é realmente muito bonito. A natureza foi ímpar em suas atribuições, e os privilegiados são os turistas, que a cada ano descobrem, no Mato Grosso do Sul, a 278 quilômetros da capital do estado – Campo Grande – esse paraíso. As atrações vão da simples contemplação – que em Bonito ganha um novo sentido – à mais pura adrenalina, especialmente concebida para os adeptos dos esportes radicais.

Bonito fica na Serra da Bodoquena – que abriga a maior extensão de florestas preservadas do Mato Grosso do Sul – e possui o maior aquário natural de água doce do Brasil. As opções de diversão e aventura são inúmeras: trekking, banhos de cachoeiras, grutas de águas cristalinas, como a belíssima Gruta do Lago Azul, flutuação nas correntezas de rios como Sucuri, da Prata e Formoso, rafting, mergulho autônomo (com cilindros de oxigênio), trilhas de bike, rapel, parapente, ultra-leve.

O santuário ecológico ainda preserva uma admirável diversidade de espécies animais e vegetais. O mais impressionante é observar a riqueza que habita o fundo de rios e lagoas. A visibilidade das águas da região, garantida pela alta concentração de calcário, que funciona como agente purificador, permite que o turista desfrute desse privilégio.

O sucesso do turismo em Bonito está intimamente ligado à preservação da natureza. Qualquer passeio nesse santuário é acompanhado por um guia local registrado.

Nesse contexto, foram criados o Parque Ecoturístico da Bodoquena e o Projeto Vivo. O primeiro é uma iniciativa da ONG Instituto Peabiru de Ecoturismo e inclui passeios em canoas canadenses, mountain bikes, cavalos e trekking. Já o segundo, promove trekking, rafting no Formoso, passeios a cavalo e atividades especiais para crianças utilizando papel reciclado e reciclagem de lixo. Ambos são empreendimentos de lazer associados à educação ambiental e procuram mostrar como é possível aliar conservação da natureza, ecoturismo e geração de empregos.

Notícia de Bonito no site da revista Família Aventura

Devido a imensa quantidade de calcário no solo, as águas destes rios passam por uma verdadeira filtragem natural, onde as impurezas depositam-se no fundo dos leitos e o resultado é a absoluta transparência de suas águas. Bonito é uma região rica em cavernas e cachoeiras e apresenta inúmeras atrações para viajantes de todos os gostos e idades, onde se destacam a Gruta do Lago Azul e o mergulho nas águas transparentes dos rios da região.

A Gruta do Lago Azul é uma formação calcária, esverdeada devido ao depósito de sedimentos da vegetação, e seu Lago Azul está a 100 metros abaixo da terra. Outro passeio imperdível é a descida do Rio Olho D`Água até seu término, no Rio da Prata, num mergulho extraordinário em águas cristalinas e repletas de peixes.

O Rafting no Rio Formoso dá um toque de aventura a viagem e a oportunidade de apreciar a vegetação e a fauna das margens do rio: um encontro marcado com macacos, tucanos e araras. Bonito é assim: um exemplo de integração e convívio com a Natureza.

A Chão Nosso Ecoturismo leva os interessados em pacotes de 8 dias e 7 noites de duração que incluem, ainda, o passeio de bote pelo Rio Formoso, mergulho superficial no Rio da Prata, buraco das araras, Estância Mimosa, flutuação no Rio Sucuri, Gruta de São Miguel, Boca da Onça, e outros passeios opcionais.

É bonito demais! – Revista Capricho

Bonito, no Mato Grosso do Sul, é um destino para quem tem espírito aventureiro e viaja na adrenalina e natureza.

Todo mundo já viu aquelas fotos ou vídeos de um cara mergulhando numa água supercristalina, no meio de um cardume de peixes coloridos e tal, mas quem já passou pela experiência diz que só olhar não basta, Tem que sentir na pele. Ficou a fim? Então pega a mochila e se manda para Bonito, no Mato Grosso do Sul. A 278 km da capital, Campo Grande, a região oferece cachoeiras, aquários naturais, grutas e muito verde. Só uma coisa: Se você está atrás de balada, fique sabendo que as festas não são o forte de lá. Mas encare assim mesmo, você não vai se arrepender.

Viagem e Balada – Especial da Revista Capricho

Você dentro de um aquário – Revista Viaje Mais Nº7 – Junho 2004

O paraíso das águas transparentes agrada a todo mundo.
Bonito é um típico caso de viagem que não tem erro: todo mundo gosta. É verdade que uns se encantam mais, outros menos. Mas mesmo quem fica menos deslumbrado concorda que mergulhar nos rios de águas cristalinas da cidade não é um programa como outro qualquer. Ali, a integração com a natureza é maior do que qualquer caminhada pela mata, desssas que levam a cachoeiras e atravessam vistas espetaculares – embora isso também tenha por lá, e seja um programão. Em Bonito, o grande lance é mesmo ir descendo os rios ao sabor de uma suave correnteza, flutuando e observando os peixes (muitos peixes!) passar a centímetros de sua máscara. Ou então, visitar lugares como a fantástica Gruta do Lago Azul, que tem curiosas formações de estalactites com um lago azul – turquesa dentro.

A melhor forma de curtir tudo isso é comprando um pacote, que além de ser mais econômico, é mais prático, já que você não precisa se preocupar com a reserva dos passeios (que precisa ser feita com uma certa antecedência) e nem alugar um carro – acessório tão indispensável em Bonito quanto uma máscara de mergulho. Aliás, essa é uma das maiores contradições de um lugar onde a infra-estrutura é tão boa que até os gringos ficam impressionados. Isso porque as agências locais vendem os passeios avulsos, mas sem o transporte até lá. Ou seja, você é que tem que se virar para chegar no lugar, e ainda precisa dar um jeito de levar o guia junto. Sem falar que, na alta temporada, é preciso fazer reserva com dois ou três meses de antecedência. O único consolo é a certeza de que os passeios realmente compensam. Todo mundo vibra. Até quem fica menos encantado com Bonito

Como num aquário. Bonito tem flutuação em rios de águas claras e peixes passando a centímetros nas máscaras. Impossível não gostar.

A proposta: Fazer uma viagem divertida, com muita coisa para ver e fazer o tempo todo.

O roteiro: Comprar um pacote de uma semana, que já inclua os melhores passeios da região.

Não perca…
… a Gruta do Lago Azul
… a comida caseira das fazendas
… a flutuação do Rio da Prata
…. o mergulho no Aquário Natural
… o sorveite feito no forno

Vá…
… se gosta de água e natureza
… se nunca esteve dentro de um aquário

Não vá…
… se procura um lugar só para descansar
… se não tolera estradas de terra

Viaje Mais Nº 37- Junho 2004

Bonito é lindo – Revista Viaje Mais n. 28

Bonito nunca foi um lugar muito fácil de chegar. Mesmo de avião, é preciso encarar os mais de 300 quilometros de asflato que a separam de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, onde fica o aeroporto mais próximo. Mas isso não quer dizer que seja um lugar aonde não vale a pena ir. Ao contrário. Pergunte a qualquer pessoa que já tenha ido para lá e você ouvirá respostas do tupo “lindo”, “maravilhoso”, “espetacular” e por aí afora. Apesar do acesso complicado.

Os passeios são estupendos. Mas é preciso reservá-los com antecedência. Veja a reportagem!

Essa história de acesso difícil, no entanto, deve começar a mudar já a partir do mês que vem, quando será oficilamente inaugurado o aeroporto local. Com isso, uma viagem de São Paulo para lá poderá durar pouco mais de uma hora – já pensou? Os preços dos pacotes também devem cair, porque o novo aeroporto eliminará os gastos com o transporte desde Campo Grande, embora seja pouco provável que as grandes companhias aéreas se interessem em manter vôos para lá, especialmente fora das férias.

Primeiro, porque a infra-estrutura da região já é quase tão impressionante quanto à transparência de suas águas. Os passeios e as trilhas demarcadas surpreendem até os estrangeiros. Além disso, a população local tem total consciência do paraíso em que vive e parece saber como preservá-lo.

O programa típico da região é tomar banhos de cachoeira ou soltar-se nos rios e ficar um bom tempo boiando e admirando a paisagem subaquática. É como fosse um aquário, mas com você dentro. No Brasil, não há nada parecido. No mundo, o que chega mais próximo são algumas atrações de Cancun – tanto que Bonito é informalmente chamada de Cancun brasileira. A região tem águas de Caribe, mesmo estando a mais de 1.000 km da praia mais próxima – e ao lado do pantanal.

Mas Bonito, não tem só rios, onde você interage o tempo todo com a natureza. A região possui ainda grutas, cachoeiras e oferece passeios divertidíssimos de bote e bóia-cross. E a melhor forma de curtir tudo isso é fazer um programa de cada tipo – até porque você não terá tempo para ver tudo o que existe por lá numa só viagem.

Alguns deles, no entanto não devem faltar no seu roteiro. Como a Gruta do Lago Azul e a flutuação no Rio da Prata. Também merecem o seu tempo – e dinheiro! – o passeio de bote pelo Rio Formoso, que está longe de oferecer as emoções de um rafting de verdade, mas garante boa diversão, e as cachoeiras da Estância Mimosa, uma fazenda onde tudo funciona bem e que não cobra muito pelo passeio. Ali as trilhas pela mata (leves e fáceis até para crianças) sempre conduzem a deques, na boca das cachoeiras. É caminhar e mergulhar, caminhar e mergulhar. Se você for cedo, ainda chegará a tempo de almoçar na fazenda mesmo e provar uma deliciosa comida caseira, feita em fogão a lenha.

Revista Viaje Mais por menos – N. 28 Setembro 2003

Bonito na Revista Viaje Mais Nº10 – Março 2002

por Jorge Souza Bonito tem…
… Aventuras como em Brotas
… Mergulhos como em Noronha
… Cavalgadas como no Pantanal
… Cachoeiras como na Serra do Mar
… Grutas como na Chapada Diamantina
… Rio e peixes como em nenhum outro lugar
Bonito, no Mato Grosso do Sul, é um desses lugares onde o nome já diz tudo. Ou quase. Não é como Americana, que fica aqui mesmo, no Brasil, ou Ilha do Mel, que nem abelhas tem. Mesmo assim, ele não faz totalmente juz. Bonito, no caso, é pouco

Bonito é demais!
Comecei minha viagem como todo mundo costuma começar: imaginando como ir para lá. A primeira opção era pegar um carro e dirigir 1 200 quilômetros desde São Paulo, gastando só de gasolina uma vez e meia o que uma custaria uma passagem de avião para Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul e dona do aeroporto mais próximo de Bonito, ainda que a 300 quilômetros de distância – desisti, senão da viagem, com certeza da idéia de ir com meu próprio carro. Não compensaria, a menos que eu decidisse levar junto a vizinhança inteira, o que não era o caso. A segunda opção era comprar um pacote de uma agência que já incluísse a viagem, a hospedagem e até alguns passeios, já que em Bonito eles são caros pra chuchu. Um, de cinco dias (o que é o bastante para lá), custava por volta de R$ 1 200, se fosse de avião, ou pouco mais da metade disso, de ônibus. Gostei! Sairia barato, eu ganharia companhia de outros turistas e teria transporte direto até lá, apesar das 15 horas de viagem só para ir – felizmente, quase todas noturnas. Mas havia um problema: não havia nenhuma excursão de ônibus programada para o período, porque elas só acontecem nos feriados prolongados. Tive que desistir. Restou, portanto, a opção de misturar as duas coisas, ou seja, o carro e o avião, comprando uma passagem aérea para Campo Grande (R$ 320, ida e volta) e alugando um automóvel lá, para chegar à Bonito (cerca de R$ 300, por quatro dias). Saiu um pouco mais caro (não muito, na verdade, veja o quadro comparativo abaixo), mas em compensação fiquei com mobilidade na cidade, já que a maior roubada que alguém pode fazer em Bonito é ficar a pé: todas as atrações são distantes e, inexplicavelmente, nenhum passeio inclui o transporte até lá. É desanimador. Você compra o ingresso e, em seguida, descobre que não tem como ir. Paga uma pequena fortuna pelos passeios (R$ 40, na média, por pessoa) e ainda gasta mais do que isso pegando um táxi ou alugando uma van. A solução? Rachar o transporte com outros turistas que porventura estejam indo para o mesmo lugar (o que nem sempre dá certo, porque os passeios têm horários diferentes para cada grupo de visitantes), ir de moto-taxi (uma opção regional e econômica, mas muito limitada, já que na garupa, obviamente, só vai um), ou fazer o que eu fiz: alugar um carro (uma das locadoras mais em conta é a Delta, de Campo Grande, % 067/384-0003, www.delta3locadora.com.br, que cobra R$ 62 pela diária, com seguro e quilometragem livre).

Nada disso, porém, é tão importante quanto a primeira providência que se deve tomar em qualquer viagem para Bonito: reservar com antecedência alguns passeios, já que vira e mexe eles lotam e quem não tiver garantido um lugar, ficará a ver navios na cidade. Ou melhor, não verá nada, já que lá todas as atrações exigem compra antecipada do ingresso numa das agências da cidade, reserva de horários (há um número limitado de visitantes por dia, em cada passeio), aluguel de transporte e o acompanhamento de um guia local, que não raro pedirá para ir de carona no seu veículo, já que eles também sofrem com a falta de locomoção na cidade. É uma operação complexa mas organizada, salvo pela inexistência de transporte local que, esta sim, é absurda. Graças ao controle de visitantes, quem faz um passeio em Bonito tem a garantia de jamais esbarrar em multidões, até porque os preços cobrados se encarregam de desanimar a maioria dos turistas. Uma familia de quatro pessoas que quiser mergulhar no Aquário Natural, uma das principais atrações da região, gastará, só de ingressos, R$ 312 na alta temporada, ou R$ 220 no resto do ano. Certamente há maneiras mais democráticas de se evitar a superlotação turística. Mesmo assim, quem vai gosta – sempre gosta! Bonito tem incrível capacidade de surpreender e impressionar qualquer um, desde que haja algum espírito de aventura pulsando nas veias. Não é lugar para gente parada, do tipo que só quer saber de piscina no hotel e uma boa cama, até porque essas duas coisas ainda são relativamente raras por lá.
Quem vencer o receio inicial de vestir uma máscara de mergulho e enfiar a cara nos rios de Bonito, verá aquilo que não existe em nenhum outro lugar do Brasil: a fantástica combinação de grandes peixes com uma água tão cristalina quanto a de um aquário, com a diferença que você estará dentro dele. Tanto que o traje oficial da cidade é o de banho, embora Bonito fique a mais de mil quilômetros da praia mais próxima. A rigor, para curtir as belezas da cidade não é preciso nem se molhar, embora esta seja a melhor parte: as águas são tão transparentes que você vê tudo de cima, peixes e fundo, inclusive.

O programa típico da região consiste em soltar-se na correnteza dos rios e seguir boiando, como nas principais atrações de Cancún. Não é toa, por sinal, que Bonito é chamada de Cancún brasileira, com a ressalva de que ela foi construída pela natureza e não pelo computador, como o balneário mexicano. Um fenômeno: tem águas de Caribe mesmo estando no interior do Mato Grosso do Sul, já quase no Pantanal. As crianças adoram, os adultos vibram e os gringos, que hoje já aparecem aos montes por lá, atraídos pela fama boca-a-boca de um lugar que até 20 anos atrás não passava de uma grande fazenda de gado chamada Rincão Bonito (pensando bem, o nome já dava uma boa dica do que havia por lá), simplesmente piram. E até eles, que não dominam o português, acham que Bonito, no caso, é pouco. O certo seria beautiful, merveilleux, ou qualquer coisa do gênero.

7 maneiras de descrever Bonito
“Se aqui não for o paraíso, é o próprio céu.” Helenice Gasto, Campinas, SP
“Bonito é lindo, divino e maravilhoso.” Etevaldo Ribeiro, São Paulo, SP
“Nunca vi tanta ocoisa tão bonita num lugar só” Márcia Fontoura, Betim, MG
“Jamais Esquecerei. Mesmo assim, voltarei” Flavia Brito, São Paulo, SP
“Conheci um outro mundo: o dos peixes” Oswaldo Atalanta, Juiz de Fora, MG
“Que bela maneira de aproveitar a natureza!” Chieko Asahi, Sorocaba, SP
“Não adianta ler. Tem que conhecer” Silvana Dias, Rio de Janeiro, RJ
Rio da Prata
Se você nunca entrou dentro de um aquário, não faz a menor idía do que irá encontrar ao longo do passeio mais deslumbrante de Bonito, aflutuação no Rio da Prata. Durante quase duas horas, deslizando suavemente ao sabor da correnteza, seus principais companheiros de aventura serão peixes de meio metro de comprimento e a flora submersa de um riacho de água tão pura e cristalina que, se der sede, é só abir a boca e dar umas goladas – não tem problema algum.
A visibilidade da água é tão fabulosa que os peixes parecem voar, enquanto você flutua acima deles, ajudado por uma roupa de borracha que impede que o corpo afune e dispensa até os movimentos de braços e pernas. Você apenas relaxa. E curte. O passeio, que começa com uma boa caminhada até a nascente do rio, termina com um almoço melhor ainda na sede da fazenda, cujo cardápio tem de tudo, menos os peixes do próprio rio, porque isso é proibido e dá até cadeia em Bonito.

Bonito, Capital do Ecoturismo na Revista Espaço D

Em Mato Grosso do Sul, ao sul do Pantanal, este verdadeiro paraíso o contato com a Natureza é o mais direto possível. E, é claro, muito, muito Bonito.

Rio da Prata. Seu nome já diz tudo. As atrações são inúmeras. Basta vontade e disposição.

No Rio da Prata, fizemos um mergulho superficial com máscara e snorkel e nos deslumbramos durante pouco mais de uma hora observando a vida debaixo d’água.

Como se fosse um grande espetáculo, o balé das piraputangas. O vulcão é na realidade uma ressurgência que provoca a movimentação de areia no leito do rio. No redário, pausa para um descanso antes da volta.

Revista Espaço D – Ano 8 – Número 8

Bonito na Revista Horizonte Geográfico n. 71

Ao sul do Pantanal, rios de águas transparentes, grutas de rochas calcarias, fauna e flora, compõem um cenário onde o tempo parece não existir e onde o homem pode viver em perfeita harmonia com o fascinante universo dos sonhos.

Rio da Prata, em Jardim

O Rio da Prata fica na Fazenda Cabeceira do Para, a 55 km de Bonito, na direção de Jardim, para se chegar até a nascente, a caminhada é um pouco mais longa: é preciso andar por quase uma hora, em meio a uma floresta, onde se pode ver árvores raras, como perobas, angicos, jatobás e aroeiras.

O mergulho é feito num dos seus pequenos afluentes, chamado de Olho d’água. O percurso é de 2,5 km e a correnteza é um pouco mais forte que nos outros cursos. A temperatura da água fica por volta de 24º C. Aqui, também há ressurgências e inquietos cardumes de piraputangas, pacus, piaus, além de peixes maiores, como dourados, cacharas e pintados. Muitas nascentes se originam das ressurgências, um fenômeno que se caracteriza pelo afloramento da água que corre em dutos subterrâneos.

Revista Horizonte Geográfico n. 71

Guia Philips – Pantanal & Bonito

Uma trilha pela mata ciliar do Rio da Prata, onde são vistas orquídeas, bromélias, macacos e tucanos, com 50 minutos de duração, leva os visitantes até a nascente do Rio Olho D’água, um aquário de águas cristalinas, ponto inicial do mergulho.

A suave correnteza do rio ajuda as pessoas na prática da flutuação e do mergulho autônomo, e facilita a observação das ressurgências, que são águas subterrâneas brotando do fundo de areia do rio, e peixes como piraputangas, dourados e pintados.O fundo do rio não deve ser tocado para não turvar a água.

Horizonte Geográfico e Publifolha