Mergulhando num aquário – Reportagem Revista Náutica

Boiando num Jardim – A água do Rio da Prata é tão transparente que os paixes parecem voar rente aos seus olhos. Não há nada igual no Brasil.

Na flutuação do Rio da Prata, em Bonito, você vira peixe também.

Imagine um aquário. Daqueles bem grandes. Agora vista um snorkel e entre dentro dele. Não, não tenha medo! Fique ali, boiando ao sabor da correnteza por um par de horas, vendo os peixes desfilarem a centímetros de sua mascára. Pronto! É mais ou menos assim o programa mais espetacular de Bonito, no Mato Grosso do Suol, um dos municípios mais estupendos do Brasil.

A flutuaçõ no Rio da Prata – este é o nome do passeiom que ainda inclui uma caminhada na mata até a nascente do tal rio antes e um lauto almoço na sede da fazenda onde tudo isso acontece, depois – não é apenas mais um dos atrativos de uma região riquíssima em belezas naturais: é, talvez, o programa turístico mais espetacular do país! Não há nada parecido por aqui. A água é ta transparente que os peixes parecem voar – e não nadar! -, enquanto você flutua no ar sobre eles. E tão cristalina que se der sede é só abrir a boca e tomar uns goles, sem problemas. Parece o Caribe, mesmo estando a mais de 1000 km da praia mais próxima. Pensando bem, Bonito é pouco para descrever o que é este lugar. O certo mesmo seria algo entre o lindo e o maravilhoso.

Revista Náutica Nº200 Abril 2005

Mergulhando num aquário – Reportagem Revista Náutica

Boiando num Jardim – A água do Rio da Prata é tão transparente que os paixes parecem voar rente aos seus olhos. Não há nada igual no Brasil.

Na flutuação do Rio da Prata, em Bonito, você vira peixe também.

Imagine um aquário. Daqueles bem grandes. Agora vista um snorkel e entre dentro dele. Não, não tenha medo! Fique ali, boiando ao sabor da correnteza por um par de horas, vendo os peixes desfilarem a centímetros de sua mascára. Pronto! É mais ou menos assim o programa mais espetacular de Bonito, no Mato Grosso do Suol, um dos municípios mais estupendos do Brasil.

A flutuaçõ no Rio da Prata – este é o nome do passeiom que ainda inclui uma caminhada na mata até a nascente do tal rio antes e um lauto almoço na sede da fazenda onde tudo isso acontece, depois – não é apenas mais um dos atrativos de uma região riquíssima em belezas naturais: é, talvez, o programa turístico mais espetacular do país! Não há nada parecido por aqui. A água é ta transparente que os peixes parecem voar – e não nadar! -, enquanto você flutua no ar sobre eles. E tão cristalina que se der sede é só abrir a boca e tomar uns goles, sem problemas. Parece o Caribe, mesmo estando a mais de 1000 km da praia mais próxima. Pensando bem, Bonito é pouco para descrever o que é este lugar. O certo mesmo seria algo entre o lindo e o maravilhoso.

Revista Náutica Nº200 Abril 2005

Rio da Prata e Bonito na Folha de S. Paulo – Caderno Turismo

É preciso saber dosar os vários passeios em Bonito para não se exaurir logo de cara. Entre grutas, balneários, aquário, arvorismo, cavernas, trilhas e rapel, há atividades que tomam o dia todo, como o Abismo Anhumas, que aliás, precisa de um dia e meio, para o treinamento.

Veja a foto!

Portanto, tente intercalar, entre um passeio pesado e outro, tours mais leves, como a flutuação no Rio da Prata, o aquário, ou a gruta de São Miguel.

Para realizar a flutuação no Rio da Prata, o visitante deve caminhar pelas trilhas da mata ciliar. Nada mal, pois observam-se animais silvestres e árvores centenárias como os ipês, as aroeiras e as perobas. Ao chegar até a nascente do rio, começa uma das experiências mais interessantes de Bonito. O turista entra em um imenso aquário de águas cristalinas e se desloca tranquilamente em meio a dezenas de peixes e de plantas aquáticas, com cores e formas de infinita beleza. O importante é deixar-se levar pela suave correnteza. Descobre-se um mundo totalmente novo, fantástico, sem precisar fazer treinamento, embora os guias passem algumas orientações. Uma deliciosa comida típica sul-mato-grossense, servida na sede da fazenda, aguarda o turista para o almoço.

Folha de S. Paulo – Caderno Turismo
17 de Março de 2005

Bonito por Natureza – Revista Próxima Viagem Nº 29

Bonito, fica no sudoeste de Mato Grosso do Sul, numa região tomada por pastos e plantações de soja, nas vizinhanças do Pantanal e do Paraguai. Não há águas tão límpidas e transparentes como as das nascentes de Bonito que brotam de rochas calcáreas, brancas como leite Até trinta anos atrás, os aquários naturais de Bonito serviam apenas para o deleite de pescadores e alguns amantes de caça submarina. Os poucos visitantes que se arriscavam a atolar o carro para chegar a cidade vinham por causa da Gruta do lago Azul No final dos anos 70 a Gruta foi tombada pelo Patrimônio Histórico e surgiram os primeiros guias para orientar os forasteiros.
A partir daí o movimento de visitantes não parou mais e Bonito virou a capital brasileira do turismo na natureza. ” Todos perceberam que a vocação da cidade é o turismo e estão investindo no que podem., comenta Eduardo Coelho, que transformou a Fazenda do Rio da Prata, onde só criava gado, num dos passeios mais procurados da região.

Com a estrutura que criou, uma centena de pessoas pode por dia desfrutar do mergulho na nascente do Rio da Prata, que fica em sua propriedade. De quebra, ajudou o sitiante vizinho, em cujo terreno fica uma enorme cratera, do tamanho de um quarteirão e com 120 metros de profundidade a construir dois mirantes, cercar o abismo e apregoar o balé de araras e morcegos que acontece ali ao pôr do sol. Mas a implantação de um novo passeio em Bonito não depende apenas da disposição dos donos das terras, precisa das bênçãos do Ibama e de outros orgãos municipais e estaduais. Levar um simples tripé para fazer fotos dentro da gruta exige aprovação prévia das autoridades e pode levar semanas. Já o rapel no Abismo Anhumas, chegou a ser proibido pelas entidades ambientais, mas continua até hoje por força de liminares.

Como se trata de uma experiência radical, a descida no Anhumas só pode ser feita por oito pessoas por dia , que passam por um rigoroso teste de aptidão na véspera. O Anhumas não é para todo mundo, mas se você puder não perca a oportunidade. No fundo do abismo há um lago cristalino enfeitado de magníficas formações rochosas, um cenário que até hoje só foi compartilhado até hoje por algumas centenas de pessoas privilegiadas.

Bonito no Especial Guia de Mergulho – Revista Náutica

A resposta é simples, não é só possível, como é uma deliciosa realidade. E a prova disso está em plena Serra da Bodoquena, no estado do Mato Grosso do Sul.

As águas cristalinas nos arredores das cidades de Bodoquena, Bonito e Jardim são de tirar o fôlego para os praticantes do snorkeling e do mergulho autônomo. Aquários naturais cheios de peixes e fantásticas cavernas subaquáticas – estas últimas para os que possuem treinamento especial – fazem valer a pena cada quilometro e cada centavo de uma viagem a partir de qualquer lugar do país.”

Especial Guia de Mergulho – Revista Náutica.

Bonito, Capital do Ecoturismo, é destaque no Portal Terra

Não há como ignorar o trocadilho: Bonito é realmente muito bonito. A natureza foi ímpar em suas atribuições, e os privilegiados são os turistas, que a cada ano descobrem, no Mato Grosso do Sul, a 278 quilômetros da capital do estado – Campo Grande – esse paraíso. As atrações vão da simples contemplação – que em Bonito ganha um novo sentido – à mais pura adrenalina, especialmente concebida para os adeptos dos esportes radicais.

Bonito fica na Serra da Bodoquena – que abriga a maior extensão de florestas preservadas do Mato Grosso do Sul – e possui o maior aquário natural de água doce do Brasil. As opções de diversão e aventura são inúmeras: trekking, banhos de cachoeiras, grutas de águas cristalinas, como a belíssima Gruta do Lago Azul, flutuação nas correntezas de rios como Sucuri, da Prata e Formoso, rafting, mergulho autônomo (com cilindros de oxigênio), trilhas de bike, rapel, parapente, ultra-leve.

O santuário ecológico ainda preserva uma admirável diversidade de espécies animais e vegetais. O mais impressionante é observar a riqueza que habita o fundo de rios e lagoas. A visibilidade das águas da região, garantida pela alta concentração de calcário, que funciona como agente purificador, permite que o turista desfrute desse privilégio.

O sucesso do turismo em Bonito está intimamente ligado à preservação da natureza. Qualquer passeio nesse santuário é acompanhado por um guia local registrado.

Nesse contexto, foram criados o Parque Ecoturístico da Bodoquena e o Projeto Vivo. O primeiro é uma iniciativa da ONG Instituto Peabiru de Ecoturismo e inclui passeios em canoas canadenses, mountain bikes, cavalos e trekking. Já o segundo, promove trekking, rafting no Formoso, passeios a cavalo e atividades especiais para crianças utilizando papel reciclado e reciclagem de lixo. Ambos são empreendimentos de lazer associados à educação ambiental e procuram mostrar como é possível aliar conservação da natureza, ecoturismo e geração de empregos.

Notícia de Bonito no site da revista Família Aventura

Devido a imensa quantidade de calcário no solo, as águas destes rios passam por uma verdadeira filtragem natural, onde as impurezas depositam-se no fundo dos leitos e o resultado é a absoluta transparência de suas águas. Bonito é uma região rica em cavernas e cachoeiras e apresenta inúmeras atrações para viajantes de todos os gostos e idades, onde se destacam a Gruta do Lago Azul e o mergulho nas águas transparentes dos rios da região.

A Gruta do Lago Azul é uma formação calcária, esverdeada devido ao depósito de sedimentos da vegetação, e seu Lago Azul está a 100 metros abaixo da terra. Outro passeio imperdível é a descida do Rio Olho D`Água até seu término, no Rio da Prata, num mergulho extraordinário em águas cristalinas e repletas de peixes.

O Rafting no Rio Formoso dá um toque de aventura a viagem e a oportunidade de apreciar a vegetação e a fauna das margens do rio: um encontro marcado com macacos, tucanos e araras. Bonito é assim: um exemplo de integração e convívio com a Natureza.

A Chão Nosso Ecoturismo leva os interessados em pacotes de 8 dias e 7 noites de duração que incluem, ainda, o passeio de bote pelo Rio Formoso, mergulho superficial no Rio da Prata, buraco das araras, Estância Mimosa, flutuação no Rio Sucuri, Gruta de São Miguel, Boca da Onça, e outros passeios opcionais.

É bonito demais! – Revista Capricho

Bonito, no Mato Grosso do Sul, é um destino para quem tem espírito aventureiro e viaja na adrenalina e natureza.

Todo mundo já viu aquelas fotos ou vídeos de um cara mergulhando numa água supercristalina, no meio de um cardume de peixes coloridos e tal, mas quem já passou pela experiência diz que só olhar não basta, Tem que sentir na pele. Ficou a fim? Então pega a mochila e se manda para Bonito, no Mato Grosso do Sul. A 278 km da capital, Campo Grande, a região oferece cachoeiras, aquários naturais, grutas e muito verde. Só uma coisa: Se você está atrás de balada, fique sabendo que as festas não são o forte de lá. Mas encare assim mesmo, você não vai se arrepender.

Viagem e Balada – Especial da Revista Capricho

Você dentro de um aquário – Revista Viaje Mais Nº7 – Junho 2004

O paraíso das águas transparentes agrada a todo mundo.
Bonito é um típico caso de viagem que não tem erro: todo mundo gosta. É verdade que uns se encantam mais, outros menos. Mas mesmo quem fica menos deslumbrado concorda que mergulhar nos rios de águas cristalinas da cidade não é um programa como outro qualquer. Ali, a integração com a natureza é maior do que qualquer caminhada pela mata, desssas que levam a cachoeiras e atravessam vistas espetaculares – embora isso também tenha por lá, e seja um programão. Em Bonito, o grande lance é mesmo ir descendo os rios ao sabor de uma suave correnteza, flutuando e observando os peixes (muitos peixes!) passar a centímetros de sua máscara. Ou então, visitar lugares como a fantástica Gruta do Lago Azul, que tem curiosas formações de estalactites com um lago azul – turquesa dentro.

A melhor forma de curtir tudo isso é comprando um pacote, que além de ser mais econômico, é mais prático, já que você não precisa se preocupar com a reserva dos passeios (que precisa ser feita com uma certa antecedência) e nem alugar um carro – acessório tão indispensável em Bonito quanto uma máscara de mergulho. Aliás, essa é uma das maiores contradições de um lugar onde a infra-estrutura é tão boa que até os gringos ficam impressionados. Isso porque as agências locais vendem os passeios avulsos, mas sem o transporte até lá. Ou seja, você é que tem que se virar para chegar no lugar, e ainda precisa dar um jeito de levar o guia junto. Sem falar que, na alta temporada, é preciso fazer reserva com dois ou três meses de antecedência. O único consolo é a certeza de que os passeios realmente compensam. Todo mundo vibra. Até quem fica menos encantado com Bonito

Como num aquário. Bonito tem flutuação em rios de águas claras e peixes passando a centímetros nas máscaras. Impossível não gostar.

A proposta: Fazer uma viagem divertida, com muita coisa para ver e fazer o tempo todo.

O roteiro: Comprar um pacote de uma semana, que já inclua os melhores passeios da região.

Não perca…
… a Gruta do Lago Azul
… a comida caseira das fazendas
… a flutuação do Rio da Prata
…. o mergulho no Aquário Natural
… o sorveite feito no forno

Vá…
… se gosta de água e natureza
… se nunca esteve dentro de um aquário

Não vá…
… se procura um lugar só para descansar
… se não tolera estradas de terra

Viaje Mais Nº 37- Junho 2004

Bonito é lindo – Revista Viaje Mais n. 28

Bonito nunca foi um lugar muito fácil de chegar. Mesmo de avião, é preciso encarar os mais de 300 quilometros de asflato que a separam de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, onde fica o aeroporto mais próximo. Mas isso não quer dizer que seja um lugar aonde não vale a pena ir. Ao contrário. Pergunte a qualquer pessoa que já tenha ido para lá e você ouvirá respostas do tupo “lindo”, “maravilhoso”, “espetacular” e por aí afora. Apesar do acesso complicado.

Os passeios são estupendos. Mas é preciso reservá-los com antecedência. Veja a reportagem!

Essa história de acesso difícil, no entanto, deve começar a mudar já a partir do mês que vem, quando será oficilamente inaugurado o aeroporto local. Com isso, uma viagem de São Paulo para lá poderá durar pouco mais de uma hora – já pensou? Os preços dos pacotes também devem cair, porque o novo aeroporto eliminará os gastos com o transporte desde Campo Grande, embora seja pouco provável que as grandes companhias aéreas se interessem em manter vôos para lá, especialmente fora das férias.

Primeiro, porque a infra-estrutura da região já é quase tão impressionante quanto à transparência de suas águas. Os passeios e as trilhas demarcadas surpreendem até os estrangeiros. Além disso, a população local tem total consciência do paraíso em que vive e parece saber como preservá-lo.

O programa típico da região é tomar banhos de cachoeira ou soltar-se nos rios e ficar um bom tempo boiando e admirando a paisagem subaquática. É como fosse um aquário, mas com você dentro. No Brasil, não há nada parecido. No mundo, o que chega mais próximo são algumas atrações de Cancun – tanto que Bonito é informalmente chamada de Cancun brasileira. A região tem águas de Caribe, mesmo estando a mais de 1.000 km da praia mais próxima – e ao lado do pantanal.

Mas Bonito, não tem só rios, onde você interage o tempo todo com a natureza. A região possui ainda grutas, cachoeiras e oferece passeios divertidíssimos de bote e bóia-cross. E a melhor forma de curtir tudo isso é fazer um programa de cada tipo – até porque você não terá tempo para ver tudo o que existe por lá numa só viagem.

Alguns deles, no entanto não devem faltar no seu roteiro. Como a Gruta do Lago Azul e a flutuação no Rio da Prata. Também merecem o seu tempo – e dinheiro! – o passeio de bote pelo Rio Formoso, que está longe de oferecer as emoções de um rafting de verdade, mas garante boa diversão, e as cachoeiras da Estância Mimosa, uma fazenda onde tudo funciona bem e que não cobra muito pelo passeio. Ali as trilhas pela mata (leves e fáceis até para crianças) sempre conduzem a deques, na boca das cachoeiras. É caminhar e mergulhar, caminhar e mergulhar. Se você for cedo, ainda chegará a tempo de almoçar na fazenda mesmo e provar uma deliciosa comida caseira, feita em fogão a lenha.

Revista Viaje Mais por menos – N. 28 Setembro 2003