Bonito, Capital do Ecoturismo na Revista Espaço D

Em Mato Grosso do Sul, ao sul do Pantanal, este verdadeiro paraíso o contato com a Natureza é o mais direto possível. E, é claro, muito, muito Bonito.

Rio da Prata. Seu nome já diz tudo. As atrações são inúmeras. Basta vontade e disposição.

No Rio da Prata, fizemos um mergulho superficial com máscara e snorkel e nos deslumbramos durante pouco mais de uma hora observando a vida debaixo d’água.

Como se fosse um grande espetáculo, o balé das piraputangas. O vulcão é na realidade uma ressurgência que provoca a movimentação de areia no leito do rio. No redário, pausa para um descanso antes da volta.

Revista Espaço D – Ano 8 – Número 8

Bonito na Revista Horizonte Geográfico n. 71

Ao sul do Pantanal, rios de águas transparentes, grutas de rochas calcarias, fauna e flora, compõem um cenário onde o tempo parece não existir e onde o homem pode viver em perfeita harmonia com o fascinante universo dos sonhos.

Rio da Prata, em Jardim

O Rio da Prata fica na Fazenda Cabeceira do Para, a 55 km de Bonito, na direção de Jardim, para se chegar até a nascente, a caminhada é um pouco mais longa: é preciso andar por quase uma hora, em meio a uma floresta, onde se pode ver árvores raras, como perobas, angicos, jatobás e aroeiras.

O mergulho é feito num dos seus pequenos afluentes, chamado de Olho d’água. O percurso é de 2,5 km e a correnteza é um pouco mais forte que nos outros cursos. A temperatura da água fica por volta de 24º C. Aqui, também há ressurgências e inquietos cardumes de piraputangas, pacus, piaus, além de peixes maiores, como dourados, cacharas e pintados. Muitas nascentes se originam das ressurgências, um fenômeno que se caracteriza pelo afloramento da água que corre em dutos subterrâneos.

Revista Horizonte Geográfico n. 71

Guia Philips – Pantanal & Bonito

Uma trilha pela mata ciliar do Rio da Prata, onde são vistas orquídeas, bromélias, macacos e tucanos, com 50 minutos de duração, leva os visitantes até a nascente do Rio Olho D’água, um aquário de águas cristalinas, ponto inicial do mergulho.

A suave correnteza do rio ajuda as pessoas na prática da flutuação e do mergulho autônomo, e facilita a observação das ressurgências, que são águas subterrâneas brotando do fundo de areia do rio, e peixes como piraputangas, dourados e pintados.O fundo do rio não deve ser tocado para não turvar a água.

Horizonte Geográfico e Publifolha

Bonito – Piraputangas Voadoras- Horizonte Geográfico

O fotográfo Daniel de Granville mergulhou com máscara e snorkel e prendeu a respiração por bastante tempo até que um cardume de piraputangas flutuasse por cima e ele pudesse captar o momento.

Ele conta que repetiu esse processo cerca de 30 vezes até obter a imagem acima. Isso ocorreu no riacho Olho D`Água, em Jardim (MS), cuja transparência é reconhecida por todos que contemplam suas águas – de cima ou de baixo.

Fonte: Horizonte em Foco – Revista Horizonte Geográfico nº 107

A fauna das águas claras de Bonito – Revista Galileu Set. 2001

Texto José Sabino*
Fotos Luciano Candisani

*José Sabino é biólogo, doutor em ecologia pela Unicamp, pesquisador da Uniderp. Em Bonito, ele estuda comportamento de peixes e coordena um projeto de ecoturismo.

Há um lugar no Brasil imperdível para turistas em busca de mergulhos, passeios em águas transparentes e também para quem deseja ver peixes de cores e tamanhos variados. Trata-se de Bonito, em Mato Grosso do Sul. Lá, a transparência da água é quase total, devido ao calcário dissolvido, que age como um decantador natural. Com uma simples máscara de mergulho é possível ver peixes a 25 metros de distância. Em rios como o Baía Bonita, Sucuri e Olho D’Água, é fácil observar piranhas, joaninhas, dourados e o pequenino mato-grosso, de cor vermelho-escarlate. Mas, além do turismo, Bonito tem outra vocação: a ciência. Seus têm uma grande variedade de nascentes, com peixes nãos avistados em outros lugares. Só na nascente do Rio Baía Bonita – conhecida como Aquário Natural – vivem cerca de 30 espécies diferentes de peixes.

Mais que um espetáculo, a transparência das águas em Bonito é o fator que contribui decisivamente para o estudo dessa diversidade de animais e plantas aquáticas. As águas límpidas facilitam a entrada de luz, favorecendo a fotossíntese das plantas aquáticas. Estas, por sua vez, servem de abrigo e de alimento abundante às outras formas de vida. As seis principais nascentes da região, além do Aquário Natural, abrigam cerca de 80 espécies de peixes, das quais 20% ainda não foram descritas. Por isso, biólogos de outros Estados não resistem à tentação de mergulhar nessas águas claras.

Algumas pesquisas já renderam resultados surpreendentes, como a descoberta do crustáceo Potticoara brasiliensis. Os maiores exemplares medem cerca de 7 mm de comprimento, e foram encontrados em lagos subterrâneos da região, como a Gruta do Lago Azul, a mais famosa da cerca de 30 cavernas ali existentes. Trata-se de uma relíquia biológica, segundo a bióloga Ana Maria Vanin, do Instituo Oceanográfico da USP. O Potiicoara (pequeno camarão, em tupi) permitiu à pesquisadora reinterpretar parte da evolução dos crustáceos desde a época do Gondwana, como ficou conhecido o continente que começou a se dividir há 135 milhões de anos, formando a América do Sul, África, Austrália, Antártida e Índia. Hoje, grupo desse crustáceo milimétrico só é encontrado no Brasil e na África do Sul.

As águas claras da região abrigam outro animal raro, o cascudo albino (Ancistrus formoso), descrito por Eleonora Trajano, do Instituto de Biociências da USP. O peixe é cego, e só conhecido na nascente do Rio Formoso, a 40 km de Bonito. Como suas populações parecem ser pequenas, ele será relacionado na lista de espécies brasileiras ameaças de extinção a ser divulgada até o fim do ano. Estudar o peixe, porém, não é fácil. Ele habita túneis inundados, de 30 a 60 metros de profundidade. Não se sabe por que existem tão poucos espécimes. Mas outra bióloga, Luciana Paes de Andrade, da Uniderp, estuda um organismo que serve como indicador da qualidade da água: o caramujo do gênero Pomacea, sensível a poluentes. Quando sua população diminui, os cientistas sabem que algo de estranho está ocorrendo com a água.

Além de fornecer frutos e insetos como alimento aos peixes, a vegetação que margeia os rios evita que eles desbarranquem, ajudando a manter a pureza da água. Esse tipo de vegetçaõ, chamado de mata ciliar, é imprortante também para a fauna terrestre, pois forma corredores para animais de diferentes hábitos e tamanhos. Nas matas de Bonito há quatis, macacos-prego, antas, cutias, tucanos e mutuns (ave que figura na lista de espécies brasileiras ameaçadas de extinção).

Peixes que seguem macacos

A apenas 7 km de Bonito, no Aquário Natural, os pesquisadores registraram uma curiosa integração entre macacos e peixes. Eles descobriram que a piraputanga, uma espécie de peixe muito comum na região, tem o hábito de seguir os macacos-pregos. Enquanto eles se deslocam pelas árvores que margeiam o Rio Baía Bonita em busca de alimento, principalmente pequenos furtos, como figos silvestres, ingás e goiabinhas, elas ficam à espera do que cai na água. Os macacos costumam fazer grande algazarra pelo mato e se movimentam entre os galhos das árvores com tanta voracidade em busca de comida que, na pressa, deixam cair parte da refeição no rio. Os frutos, ao caírem na água, atraem a atenção das piraputangas. Pelo comportamento inusitado, os cientistas passaram a chamá-las de peixes seguidores. Não se conhecem outras relções desse tipo no Brasil. Algo semelhante só ocorre no Quênia, onde algumas espécies aparentadas das carpas seguem os hipopótamos. Quando nadam, eles levantam sedimentos que contêm pequenos invertebrados, um banquete para os peixes.

Galileu, Setembro de 2001.

Guia 4 rodas e Revista Terra – Bonito e Pantanal

Bonito consegue abrigar em uma única região cachoeiras, grutas, nascentes e rios de águas cristalinas.

Caminhada, mergulho e rapel são algumas das atividades praticadas no município, que fica na encosta da Serra da Bodoquena, cadeia de montanhas cuja altura não ultrapassa 720 m. Na vegetação, predomina o cerrado, com matas nas margens dos rios, destancando-se espécies de árvores como perobas – rosas, angicos e alecrins. A região é habitada por macacos, tamanduás, emas e aves silvestres. A grande concentração de calcário no solo é um dos segredos da natureza de Bonito.

A presença do calcário não deixa partículas suspensas, garantindo a transparência das águas. As rochas calcárias ainda permitem que a água corra por dutos subterrâneos, que formam rios interiores e sumidouros, criando inúmeras cachoeiras e cavernas. Na alta temporada (janeiro, julho e feriados), reserve com antecedência os passeios, que têm número limitado de visitas diárias. Todas as atrações estão em propriedade particulares e o visitante só é admitido acompanhado por guia credenciado pela EMBRATUR.

Rio da Prata ***

Dos 9 rios que banham a região, o mais selvagem é o Rio da Prata. Mas o passeio começa na nascente do rio Olho D’Água, pequeno afluente do Prata, onde a água límpida e fresca brota do chão. Para chegar à nascente, é preciso primeiro caminhar por 1h numa trilha em meio à mata virgem, ao longo do Rio da Prata. Com um pouco de sorte, pode-se ver animais como cutias, tamanduás e tucanos. Nos merggulho livre com snorkel e roupa de neoprene do Olho D’Água, num trecho de 2,4 km, encontram-se pintados, pacus, dourados, piaus e piraputangas. Para aproveitar mais o Prata, tente a flutuação, deixando-se levar pela correnteza.

Guia 4 rodas e Revista Terra – Turismo Ecológico no Brasil

Edição ano 2000

O Palanque – Destino: Jardim II

Continuando nosso passeio pro jardim, vamos a sua atração mais visitada: o Recanto Ecológico Rio da Prata.

Bem, esta atração turística vale uma reportagem inteira, pois é um exemplo a ser seguido por todos os empresários de turismo no estado. Um exemplo em se tratando de organização, infra-estrutura, consciência ecológica e qualidade em atendimento.

Disparado o passeio mais bonito e estruturado de Jardim, o Recanto Ecológico Rio da Prata está situado em uma grande fazenda banhada pelo belo Rio da Prata. Mas isso só não seria o suficiente para fazer com que o local se tornasse um produto turístico, pois, ao contrário, do que muitos pensam, trabalhar com ecossistemas tão frágeis como o da região é algo que deve ser feito baseado em muito critério e planejamento.

Temos exemplos por todo lado do que a ação predatória em massa de turistas pode fazer com uma bela atração.

Logo ao chegar, nota-se que as instalações da sede são muito boas, há um bom número de banheiros, uma pequena loja de souvenirs, um amplo espaço para descanso com redes, grandes mesas para o almoço, um pequeno jardim com cultivo de plantas locais e uma sala bem equipada com roupas especiais para mergulho.

Saindo deste local inicia-se a caminhada pela trilha ecológica. Um passeio relaxante que dura uns 50 minutos. Neste ponto percebemos a preocupação ecológica do proprietário.

Além de um limite diário de visitantes, a trilha é toda cascalhada (para protegê-la da erosão), e em alguns pontos possui passarelas de madeiras sobre o chão, feitas para evitar impacto. Outro ponto interessante são as placas (com os nomes científicos) catalogando as espécies de fauna e flora da região. O melhor disso tudo é a real possibilidade de ver in loco estas espécies, eu mesmo vi cotias e quatis a uns 2 metros de distância.

Mas o ponto máximo do passeio é a flutuação, contemplando o colorido das piraputangas, pacus e outros peixes e o maravilhoso mundo subaquático. Perfeito para relaxar e se divertir!

Depois de todo este exercício físico e de sensibilidade, o turista é acolhido por um delicioso almoço regional, farto de quitutes como o arroz carreteiro, carne com mandioca, feijão bem temperado, frango, sopa paraguaia e muito mais. Depois ainda são oferecidas deliciosas sobremesas também regionais como um “puxento” doce de leite, doce de mamão, de laranja, etc.

Que nossos empresários e governantes que trabalham com turismo sigam o exemplo de consciência ecológica e eficiência dos proprietários do Recanto Ecológico Rio da Prata.

O Palanque Jornal e revista – 17 de Outubro de 1999

Correio do Estado – Turismo: Rio da Prata

O Rio da Prata pode até não conter o metal precioso, mas suas belezas naturais vêm atraindo centenas de turistas que se dirigem à região da Serra da Bodoquena na alta e baixas temporadas, Uma turista brasiliense, de origem indonésia, em recente visita ao Rio da Prata recomendou: “Quem tiver um único dia para passar em Bonito, deve escolher o Rio da Prata”.

Tudo isso porque o passeio reúne os elementos de maior atração para quem visita a região: águas cristalinas, flutuação, trilhas ecológicas, fauna e flora exuberantes. E tem como diferenciais a maior variedade de peixes, ressurgências de águas subterrâneas e maior extensa do percurso na água – são 2.500 metros de flutuação nas águas dos rios Olho D´Água e Prata, afluentes do Rio Miranda.

Sobre os peixes, mais um ponto a favor do Prata, Lá são encontradas 37 espécies diferentes, sendo o único passeio onde o turista pode ver pintados e cardumes de pacus, conforme informou o guia turístico mais antigo de Bonito, Sérgio Ferreira Gonzáles. O passeio todo dura quatro horas dentro da fazenda, iniciando com uma caminhada de 50 minutos pela trilha interpretativa da mata ciliar do Prata, cruzando com animais silvestres a todo o momento, desde macacos a mutuns. Após a caminhada o turista chega à nascente do Olho D’Água, onde o equipado com máscara inicia a flutuação.

Temperatura – A água no rio tem temperatura média de 21º C no verão, enqunato na baixa temporada (outono, inverno) a média é de 22º C a 23º C. Quando a água está mais quente é possível até mesmo ver uma sucuri se banhando no Prata. A surpresa marcou o passeio de dois turistas portugueses, que ficaram alguns minutos acompanhando os movimentos do réptil. “A sucuri é um animal que foge do movimento. Nunca foi registrado ataque de sucuri a turistas aqui na região”, garantiu Gonzáles.

A flutuação tem o auge na chegada às ressurgências, que se formam devido a fendas geológicas e à passagem de um rio subterrâneo. O local foi convenientemente chamado “vulcão”. Uma turista paulista comparou o som produzido no “vulcão” as batidas do coração. O retorno à sede é bastante esperado, já que para recompor as energias é servido um almoço típico, com pratos como o guisado, sopa paraguaia e carreteiro.

Correio do Estado – Turismo
Campo Grande – MS – Quinta-feira, 8 de Julho de 1999

Jardim – A natureza te espera – Destino MS

No Calendário marca inverno, mas em MS, ele nem é tão rigoroso assim. A temperatura nesta época do ano pode estar abaixo dos 38º a que estão acostumados os sul-matogrossenses, mas no Rio da Prata, faça calor ou frio, a água está sempre nos 24º. Por um mergulho, até vale a pena bater um pouquinho o queixo na hora de sair da água.

As caminhadas pelas trilhas são organizadas em grupos de oito pessoas que saem da sede a cada trinta minutos. Uma regra desnecessária? Não. Quanto menor o grupo, menos barulho e mais chances de encontrar animais ao longo dos 50 minutos de caminhada e tudo acompanhado por guias que conhecem cada pedacinho do lugar. Ande em silêncio e você, certamente, vai encontrar alguma das 32 espécies que vivem na mata ciliar do Rio da Prata, alimentadas pela natureza generosa e pelo cerrado.

Parte dos 2,2 km de trilha beira o rio e entre uma arvóre e outra basta olhar para o lado direito e você terá visões espetaculares das águas cristalinas. Plantas que, provavelmente, você nunca viu e explicações sobre a flora e a fauna tornam o passeio mais rico do que qualquer aula de biologia e ecologia. É justamente o conhecimento dos guias e do Eduardo, proprietário da fazenda, que garante a preservação das matas ciliares. E mata ciliar preservada significa rio de água transparente. É este caminho cheio de paradas para fotografias que leva a nascente Olho d’água. O bom é que você já chega lá pronto para o mergulho, o grande espetáculo do passeio.

A esta altura você já se acostumou ao colete ou à roupa neoprene, especial para mergulhar. Mas, chegando à nascente antes do mergulho, reserve uns minutos para, simplesmente, observar o passeio dos peixes na água cristalina e você os vê como quem vê peixe num aquário, com uma nitidez de impressionar mergulhadores mais experientes.

Mergulho na nascente Olho d’água é de superfície. Também não precisa mais do que isto para observar em detalhes o que você já viu da beira do rio. Alguns cuidados para aproveitar melhor a experiência e preservar a água transparente são fundamentais: não pegue nenhum objeto ou vegetação dentro do rio e não pise na vegetação nem nos lugares onde o fundo é escuro. Perigo à vista? Não, é só uma questão de preservação. E quando precisar pisar, escolha uma pedra ou um toco de árvore, isto porque o movimento dos pés na areia levanta sujeiras e acaba com a transparência da água. Apenas ocupe-se de brincar com os dourados, pacus, piraputangas e outras espécies mais, que ficarão passeando em volta do seu corpo.

Na volta à sede da fazenda, é hora de experimentar a deliciosa comida típica de Mato Grosso do Sul. Dependendo do horário em que você chegar ao Recanto Ecológico, a refeição é servida antes do passeio. Comer antes ou depois não faz diferença, mas aproveite uma dica: enquanto espera o almoço ser servido, relaxe numa rede de couro, e simplesmente sinta a brisa e o cheirinho que vem da cozinha. Conhecer o Rio da Prata é comprovar que algumas coisas só a natureza pode proporcionar.

Bonito no Terra Especial Ecoturismo

Mas também os rios estão sendo convertidos em campos de prova. Dos nove que banham a região, o mais selvagem é o Rio da Prata. Na verdade, o passeio começa na nascente do Rio Olho D’´Água, um pequeno afluente do Prata.

Ali, a água brota do chão em pequenos vulcões para formar uma corrente límpida e fresca que desce calmamente a planície. Para atingir a nascente, deve-se percorrer uma trilha perfumada de jasmins e muito visitada por animais típicos do Pantanal, como cutias, tucanos e tamanduás.

A maneira mais emocionante de explorar o Rio da Prata é descê-lo deixando-se levar pela correnteza (uma manobra típica do canyonig e conhecida como flutuação). No meio da impressionante vegetação subaquática, a companhia não só de peixinhos coloridos dignos de aquários mas também dos gigantes dourados, piraputangas e pacus.”

Terra Especial Ecoturismo – 1999