Fotógrafo Marcio Cabral visita atrativos do Grupo Rio da Prata

O renomado profissional esteve durante três dias nos atrativos (23,25 e 28 de agosto) para realizar novas imagens subaquáticas e também conquistar novo recorde através de foto panorâmica da Lagoa Misteriosa com 827 megapixels.

A Lagoa Misteriosa e o Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim-MS) receberam no fim de agosto a visita do fotógrafo de natureza Marcio Cabral.

Marcio Cabral, fotógrafo de natureza!

O renomado profissional esteve durante três dias nos atrativos (23,25 e 28 de agosto) para realizar novas imagens subaquáticas e também conquistar novo recorde através de foto panorâmica da Lagoa Misteriosa com 827 megapixels.

Confira a imagem no site: https://www.360cities.net/image/mysterious-lagoon-gigapano-brazil

ABETA SUMMIT 2018 conta com participação do Grupo Rio da Prata

A cidade de Conceição do Mato Dentro, onde localiza-se o Circuito Turístico Parque Nacional da Serra do Cipó, no interior de Minas Gerais, sediou entre os dias 26 a 29 de agosto, a 15ª edição do ABETA SUMMIT – Congresso Brasileiro de Ecoturismo e Turismo de Aventura, que teve como tema “Conectando Pessoas, Produzindo Ideias”.

O evento reuniu empresários e importantes atores do Turismo de Natureza para discutir ações estratégicas com o intuito de fortalecer o desenvolvimento sustentável da sociedade, gerar oportunidades de negócios para os associados e promover o Brasil como o melhor destino global para aproveitar a vida ao ar livre.

Eduardo Coelho, proprietário do Grupo Rio da Prata – Recanto Ecológico Rio da Prata, Lagoa Misteriosa e Estância Mimosa Ecoturismo – atrativos turísticos localizados em Jardim e Bonito (MS), ministrou a palestra: “Ecologia e Economia: Nossa Experiência”, no dia 28, no qual explanou sobre a história dos passeios de ecoturismo.

Eduardo Coelho, Diretor do Grupo Rio da Prata, durante apresentação no evento.

A Diretora de Sustentabilidade dos atrativos, Luiza Coelho, contribuiu também com o evento através da divulgação do artigo “Gestão de um atrativo de Ecoturismo – Grupo Rio da Prata (Bonito e Jardim,MS)” publicado na Revista do ABETA SUMMIT.

Além do proprietário do Grupo Rio da Prata, o evento contou também com a participação de dois representantes do destino de ecoturismo brasileiro, Bonito (MS), – Marcos Soares, proprietário do Abismo Anhumas que falou sobre Associativismo e Governança para o sucesso dos Destinos e Ana Trevelin, diretora do Bionúcleo, que ministrou a palestra “As mulheres no comando”.

Além das palestras, oficinas, rodas de negócios, o ABETA SUMMIT proporcionou aos participantes caminhadas e visitas aos atrativos turísticos da região como a Cachoeira do Tabuleiro, com 273 metros de queda d’água e considerada a 3ª maior do Brasil.

A edição deste ano contou com a participação de mais de 250 pessoas de empresários do segmento, consolidando assim o sucesso do evento. O ABETA SUMMIT 2019 está confirmado e com data definida. Será realizado nos dias 14 a 18 de agosto em Ilhabela, interior de São Paulo.

Bonito, para fugir dos aeroportos – Correio do Estado

Quem chega a Bonito deve conhecer a Gruta do Lago Azul, fazer uma flutuação no Rio da Prata e almoçar na Estância Mimosa. Isso é o mínimo.

Afinal, nenhum destino do país reúne tantas belezas num só lugar. Como ingrediente a cidade respira ar de praia com o comércio e barzinhos funcionando a todo vapor no período noturno. A cidade é ideal tanto para aventureiros como para famílias em busca de tranqüilidade. Há diversão para todos os gostos e bolsos.

Todas as atividades devem ser acompanhadas obrigatoriamente por guias especializados. Isso valoriza o passeio porque é um meio de conseguir mais informações sobre a história, característica, fauna e flora do local visitado.

Correio do Estado – Turismo, 7 de Dezembro de 2006

Rio da Prata é destaque na Revista Veja – O Melhor do Brasil

Não tem para ninguém. Quando o tema é desenvolvimento com turismo aliado à conservação da natureza, Bonito serve de exemplo para muitas cidades que buscam o mesmo equilíbrio. A iniciativa conduzida pela prefeitura surgiu no fim da década de 80, quando a comunidade local percebeu o potencial turístico e a fragilidade ambiental de seus atrativos naturais. Desde então o povoado se desenvolveu em um ritmo inédito e explora com muita cautela seu tesouro natural representado por grutas, cachoeiras e nascentes, quase sempre localizadas dentro de propriedades particulares.

Hoje, o lucro com o turismo está prestes a bater os números da atividade pecuária, principal fonte de renda em toda a região. Novos hotéis de nível internacional, como o Arizona (www.hotelpousadaarizona.com.br) e o Eco-Resort Zagaia (www.zagaia.com.br), pertencente à rede Blue Tree, foram recém-inaugurados nos arredores da cidade para atender à demanda. O aeroporto começou a operar neste ano e, desde setembro passado, a cidade tem um centro de convenções. Além dos já consagrados pontos de interesse para o turismo ecológico, novos roteiros despontam. Uma das novidades é a travessia de bicicleta de Bonito a Corumbá em uma semana, em que os cicloturistas viajam acompanhados de um veículo de apoio e pernoitam em fazendas pelo caminho. Outra opção radical é a aventura de rapel e mergulho no Abismo Anhumas, acessível apenas aos que têm certificado de mergulhador autônomo.

MAIS INFORMAÇÕES: www.portalbonito.com.br
MELHOR PERÍODO: entre junho e agosto é mais frio, mas a água nas nascentes está mais limpa e chove menos na região

ATRAÇÕES IMPERDÍVEIS: a happy hour e as cachaças curtidas do bar Taboa; a flutuação no Rio da Prata; o rapel com mergulho no Abismo Anhumas.

Revista Veja – O melhor do Brasil – Dezembro de 2006

Bonito é destaque no site UOL

A Serra da Bodoquena, região onde se situa a cidade de Bonito no Mato Grosso do Sul, tem inicio no extremo sudeste da planíce pantaneira, de onde se projeta em escarpas, estendendo-se por 200 km no sentido norte-sul, com 65 km de largura.

Neste local se encontra a maior área de Mata Atlântica preservada no interior do Brasil, considerada Reserva da Biofesra pela Unesco.

Localizada a 285 km da capital Campo Grande, Bonito é repleto de belezas naturais que inspiram o nome do município, o que faz a fama do lugar e o modo como às atrações são exploradas.

Nas cercas de 40 propriedades abertas ao público, há regras rígidas de utilização de cachoeiras, rios, trilhas e grutas, que buscam o chamado turismo de mínimo impacto. Alguns fazendeiros transformaram parte de suas terras em reservas ambientais e investiram na formação de pessoas para atender aos turistas.

As visitas aos lugares mais atraentes só podem ser feitas em pequenos grupos acompanhados de guias e mediante agendamento prévio nas agências de turismo, de modo que o número máximo de presentes em cada atração seja controlado. Medidas como essas e outras mais rígidas fizeram Bonito transformar-se em referência no cenário ecoturistico do Brasil.

A zona urbana não guarda atrativos especiais, contudo, a rua principal Coronel Pilad Rebuá, reúne os mais diversos serviços: pousadas, restaurantes, cibercafés, lojas de suvenires e artesanato, agências de turismo e operadoras de mergulho. À noite quando os turistas voltam dos passeios, a rua fica lotada.

Fonte: O Pantaneiro

1000 lugares no Brasil para conhecer antes de morrer

Flutuação no Rio da Prata: Com roupa de neoprene, máscara e snorkel, você flutua entre centenas de peixes coloridos, como dourados, pintados e pacus, enquanto é levado pela correnteza, por 2 quilômetros (R$ 120).
Aquário Natural: Outra flutuação, mas em águas mais transparentes e rasas, por 600 metros. Dá pra fazer o trajeto dentro de um barco com fundo de vidro, perfeito para crianças e idosos (R$ 145).
Gruta do Lago Azul: Com estalactites, tem um lago muito azul e cristalino, com 70 metros de profundidade e apenas duas formas de vida: um verme comum em cavernas e um camarão albino. A escadaria de 340 metros até ele não tem corrimão. De novembro a janeiro, das 8h30 às 9h, o sol incide diretamente na entrada da caverna, iluminando o interior (R$ 25).
Mergulho livre no Rio Sucuri: Em 1,4 quilômetro, a variedade da vegetação subaquática é o ponto forte (R$ 115).
Cachoeira Boca da Onça: Com 156 metros, é a mais alta do estado. Para chegar ao seu topo, sobe-se uma escadaria de 866 degraus. (Dá pra descer de rapel, em outro passeio – R$ 220). A trilha completa leva três horas, por mata nativa e outras dez cascatas (R$ 100).

Cachoeira do Rio do Peixe: Também passa por 11 cachoeiras em três horas de trilha por mata ciliar. O ponto alto é o almoço depois: fartíssimo (R$ 75).

Parque das Cachoeiras: A dúvida é refrescar-se no Rio Mimoso ou em uma das seis cachoeiras com pequenas grutas ao longo da trilha de duas horas. Depois, uma descida de tirolesa e almoço (R$ 58).

Estância Mimosa Caminhada: de três horas por várias cachoeiras, com paradas para banho. Depois do almoço há gostosas redes para a sesta (R$ 65).
Buraco das Araras: Leve um binóculo para ver melhor: é uma abertura no solo, em forma de funil, com 124 metros de profundidade e um lago no fundo, rico em plâncton e morada de dezenas de araras. Depois das 15h, o visual é melhor (R$ 10).
Mergulho autônomo: O melhor mergulho de água doce do Brasil está lá: a visibilidade pode passar dos 30 metros, por conta do solo muito calcáreo. É especial o mergulho nas cavernas inundadas. Para iniciantes, um batismo de 30 minutos acontece no Rio da Prata (R$ 140) ou no Rio Formoso (R$ 160).


Revista Viagem e Turismo Ano 12 Nº10 Outubro 2006

Bonito na Revista Viagem e Turismo

Flutuação no Rio da Prata, flutue entre centenas de peixes coloridos enquanto é levado pela correnteza.

Aquário Natural, outra flutuação, em águas mais rasas. Dá pra fazer o trajeto em barco com fundo de vidro, ideal para crianças e idosos (R$ 145). Gruta do Lago Azul Tem estalactites e um lago muito azul, com 70 metros de profundidade e só duas formas de vida: um verme comum em cavernas e um camarão albino. De novembro a janeiro, das 8h30 às 9h, o sol ilumina diretamente a entrada da caverna (R$ 25). Mergulho livre no Rio Sucuri A variedade da vegetação subaquática é o ponto forte (R$ 115).

Cachoeira Boca da Onça É a mais alta do estado, de 156 metros – sobe-se 866 degraus até o topo (R$ 100). Dá pra descer de rapel, em outro passeio, por 220 reais. Cachoeira do Rio do Peixe Trilha por 11 cachoeiras. O ponto alto é o almoço no fim: fartíssimo (R$ 75).

Estância Mimosa Outra trilha por cachoeiras, com almoço depois. Depois ainda, há redes para a sesta (R$ 65). Buraco das Araras Leve binóculo pra ver bem: é uma abertura no solo, em funil, e um lago no fundo, 124 metros abaixo, onde moram um jacaré e dezenas de araras (R$10).Mergulho autônomo

Na modalidade água doce, é o melhor do Brasil: a visibilidade pode passar dos 30 metros, por conta do solo muito calcáreo. É especial o mergulho nas cavernas inundadas. Para iniciantes, um batismo de 30 minutos rola no Rio da Prata (R$ 140) ou no Rio Formoso (R$ 160).

Injustiça chamar o passeio ao Abismo Anhumas de rapel. A corda é só o passe à gruta enorme – 72 metros abaixo da fenda no chão da mata. Ali vivi um dia de mulher das cavernas: mergulhei no lago com cones gigantes submersos, conheci de canoa cada estalactite de forma estranha – e nome próprio -, convivi com os morcegos, almocei e até fiz xixi lá dentro, em saquinhos que, no fim do dia, também subiram à superfície pela corda do rapel. Quem não se emociona, ou é ruim da cabeça, ou… (Cláudia Carmello)

Rio da Prata na série Planeta Terra da BBC

Os habitantes do fantástico mundo subaquático do Rio da Prata são personagens de um trecho da série Planeta Terra, produzida pela BBC.

O trecho, filmado na nascente em abril de 2005, é parte da quarta parte da série – Fresh Water. A série é comercializada no Brasil em formato DVD pela Editora Abril, e será transmitida ao longo do ano pelo programa Fantástico. Vale a pena conferir!

BBC lança série revolucionária sobre mundo animal!
Foi ao ar neste domingo na TV britânica o primeiro episódio de Planet Earth (Planeta Terra), a maior série sobre a vida animal já produzida pela BBC.
Os mesmos criadores da série Planeta Azul – outra grande produção da BBC -passaram mais de quatro anos fazendo Planeta Terra, que retrata raros animais selvagens do mundo todo.

Câmeras poderosas permitiram a captura de imagens a grandes distâncias, fazendo com que o comportamento dos animais não sofresse interferência humana e possibilitando o registro de espécies arredias – e raras – como o leopardo da neve do Himalaia.Apesar de a população humana ter crescido de 1,5 bilhões para 6,5 bilhões no último século, a série revela que grande parte do planeta ainda é selvagem.A equipe do programa foi ao Brasil para capturar raras imagens de piranhas conhecidas como “barriga vermelha”. A série – que foi dividida em 11 partes – também inclui visitas a cavernas, o deserto de Gobi coberto por neve na Mongólia e o delta de Okavango, no sudoeste da África.

Fonte: Site BBC Brasil 06/03/2006

Rio da Prata na série Planeta Terra da BBC

Os habitantes do fantástico mundo subaquático do Rio da Prata são personagens de um trecho da série Planeta Terra, produzida pela BBC.

O trecho, filmado na nascente em abril de 2005, é parte da quarta parte da série – Fresh Water. A série é comercializada no Brasil em formato DVD pela Editora Abril, e será transmitida ao longo do ano pelo programa Fantástico. Vale a pena conferir!

BBC lança série revolucionária sobre mundo animal!
Foi ao ar neste domingo na TV britânica o primeiro episódio de Planet Earth (Planeta Terra), a maior série sobre a vida animal já produzida pela BBC.
Os mesmos criadores da série Planeta Azul – outra grande produção da BBC -passaram mais de quatro anos fazendo Planeta Terra, que retrata raros animais selvagens do mundo todo.
Câmeras poderosas permitiram a captura de imagens a grandes distâncias, fazendo com que o comportamento dos animais não sofresse interferência humana e possibilitando o registro de espécies arredias – e raras – como o leopardo da neve do Himalaia.Apesar de a população humana ter crescido de 1,5 bilhões para 6,5 bilhões no último século, a série revela que grande parte do planeta ainda é selvagem.A equipe do programa foi ao Brasil para capturar raras imagens de piranhas conhecidas como “barriga vermelha”. A série – que foi dividida em 11 partes – também inclui visitas a cavernas, o deserto de Gobi coberto por neve na Mongólia e o delta de Okavango, no sudoeste da África.

Fonte: Site BBC Brasil 06/03/2006

Mergulhando num aquário – Reportagem Revista Náutica

Boiando num Jardim – A água do Rio da Prata é tão transparente que os paixes parecem voar rente aos seus olhos. Não há nada igual no Brasil.

Na flutuação do Rio da Prata, em Bonito, você vira peixe também.

Imagine um aquário. Daqueles bem grandes. Agora vista um snorkel e entre dentro dele. Não, não tenha medo! Fique ali, boiando ao sabor da correnteza por um par de horas, vendo os peixes desfilarem a centímetros de sua mascára. Pronto! É mais ou menos assim o programa mais espetacular de Bonito, no Mato Grosso do Suol, um dos municípios mais estupendos do Brasil.

A flutuaçõ no Rio da Prata – este é o nome do passeiom que ainda inclui uma caminhada na mata até a nascente do tal rio antes e um lauto almoço na sede da fazenda onde tudo isso acontece, depois – não é apenas mais um dos atrativos de uma região riquíssima em belezas naturais: é, talvez, o programa turístico mais espetacular do país! Não há nada parecido por aqui. A água é ta transparente que os peixes parecem voar – e não nadar! -, enquanto você flutua no ar sobre eles. E tão cristalina que se der sede é só abrir a boca e tomar uns goles, sem problemas. Parece o Caribe, mesmo estando a mais de 1000 km da praia mais próxima. Pensando bem, Bonito é pouco para descrever o que é este lugar. O certo mesmo seria algo entre o lindo e o maravilhoso.

Revista Náutica Nº200 Abril 2005