Colaboradores do Recanto Ecológico Rio da Prata participam de nova ação ambiental na Fazenda Arco-Íris

Colaboradores do Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim-MS) realizaram na última quinta-feira (13) nova ação ambiental na Fazenda Arco-Íris, localizada na divisa dos municípios de Bonito e Jardim.

A ação contou com a roçada, coroamento e aplicação de palhada para manter a umidade das mudas, estas fruto de ação realizada em parceria com o atrativo Jardim Ecopark. #SemeandoVidaNoCerrado.

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Equipe do Recanto Ecológico Rio da Prata e do IHP realizam ação ambiental às margens do rio Miranda

Colaboradores do Recanto Ecológico Rio da Prata e do Instituto Homem Pantaneiro (IHP) realizaram na última quinta-feira (06) mais uma ação ambiental às margens do rio Miranda.

No local foram replantadas 50 mudas, sendo 25 mudas de sangra d’água, 15 mudas de ipê branco e 10 de aroeira. Para ação, foram utilizados hidrogel e compostagem e aplicação de palhada para manter a umidade.

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Cantora Mart’nália visita atrativos do Grupo Rio da Prata

A cantora Mart’nália esteve nesta semana em Bonito e região, no Mato Grosso do Sul, para conhecer as belezas naturais do destino de ecoturismo brasileiro.

Em seu roteiro conheceu as cachoeiras da Estância Mimosa Ecoturismo, as águas cristalinas das flutuações no Recanto Ecológico Rio da Prata e na Lagoa Misteriosa.

Na Estância Mimosa, passeio de ecoturismo em Bonito, a cantora percorreu a trilha, conheceu nove cachoeiras para banho e as piscinas naturais, além de experimentar o almoço regional preparado no fogão a lenha. Um dia de contato intenso junto à natureza.

Tanto no Recanto Ecológico Rio da Prata quanto na Lagoa Misteriosa, a atividade realizada foi a flutuação. Em depoimento, Mart’nália, disse:

“O Rio da Prata é um dos lugares mais lindos que eu já vi no mundo. Todo brasileiro tem que conhecer, é dentro de casa, um turismo maravilhoso, um turismo ecológico perfeito , nunca vi água tão cristalina . Foi um prazer estar aqui descansando, nesse tempo louco, com vocês. Obrigada!”.

Conheça o bagre (Amaralia oviraptor); nova espécie registrada no Recanto Ecológico Rio da Prata

O guia de turismo Rogério Alves registrou no Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim-MS) no dia 19 de abril, imagens de uma espécie nunca observada anteriormente. O registro inédito, um bagre (Amaralia oviraptor), entrará na lista de Espécies de Peixes do atrativo que, atualmente, contabiliza 64 espécies.

O bagre (Amaralia oviraptor) trata-se de um bagrinho da Família Aspredinidae (popularmente chamados de bagre-banjo, em alusão ao formato do corpo).

Segundo o biólogo e pesquisador José Sabino, a família Aspredinidae, ordem Siluriformes, é composta por um grupo de peixes neotropicais, popularmente conhecidos como bagres banjo ou rabeca. Possui distribuição restrita à América do Sul. “A etimologia do gênero (Amaralia) é uma referência ao naturalista Dr. Afranio de Amaral (importante herpetólogo e diretor do Instituto Butantan)”, acrescenta.

Uma das maiores curiosidades é que a dieta é baseada em ovos e larvas de outros peixes, principalmente de cascudos.

Diretora de Sustentabilidade do Grupo Rio da Prata integra nova diretoria da ABETA

A ABETA (Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura) elegeu no início de abril novo presidente e nova diretoria para os próximos dois anos.

Luiza Coelho, Diretora de Sustentabilidade do Grupo Rio da Prata (leia-se Estância Mimosa Ecoturismo, Lagoa Misteriosa e REcanto Ecológico Rio da Prata), foi eleita Diretora de Comunicação, cargo que já ocupado em gestões anteriores pelo seu pai, Eduardo Folley Coelho.

“A expectativa é poder contribuir com o crescimento e consolidação da Abeta na retomada do turismo brasileiro. O setor é muito importante para a economia do país e esse novo modo de vida que todos teremos que adotar, precisa ter laços estreitos com a natureza, contato essencial para a saúde das pessoas”, revela Luiza.

“A ABETA reúne as melhores empresas de turismo do Brasil, referências do turismo brasileiro e espero poder somar cada vez mais dentro da diretoria”, conclui.

Formada em Engenharia Ambiental e mestre em Tecnologias Ambientais, Luiza atua como Diretora Ambiental e SGS do Grupo Rio da Prata, coordenando as ações de sustentabilidade dos atrativos do Grupo (Lagoa Misteriosa, Estância Mimosa, Recanto Ecológico Rio da Prata). Sua infância foi marcada pelo ecoturismo e pela vida ao ar livre, trabalhando com seus pais desde a fundação do Rio da Prata em 1995. Atualmente, casada e mãe de dois meninos, se divide entre a maternidade, o trabalho e a vontade de ajudar o mundo a ser um lugar melhor, principalmente através do contato sadio e seguro das pessoas com a natureza!

Nova diretoria ABETA

A chapa inscrita foi aprovada por aclamação pelos associados. Vinícius Viegas foi eleito para a presidência da associação, enquanto Pollyana Pugas foi a escolhida para assumir a vice-presidência da ABETA.

Além disso, foram eleitos três membros do conselho fiscal e cinco pessoas para os cargos de Diretoria de Capacitação e Sustentabilidade, Diretoria Técnica, de Mercados, de Comunicação e de Relações Institucionais.

Presidente: Vinicius Viegas Banjo (Nattrip Agência de Turismo – RJ)
Vice-presidente: Polly Pugas (Vonát Consultoria e Treinamentos – DF)
Diretora de Capacitação e Sustentabilidade: Thaynara Siqueira (Mantiqueira Ecoturismo – MG)
Diretora de Comunicação: Luiza Coelho (Grupo Rio da Prata – MS)
Diretor de Mercados: Vinicius Martins (MSV Adventure – SP)
Diretor de Relações Internacionais: Jaime Prado (Parque Karawá tã-PE)
Diretor Técnico: Edrei Ascencio (Eco Aventuras Turismo – RS)

Mais informações: http://abeta.tur.br/pt

CRAS realiza soltura de animais silvestres nos atrativos do Grupo Rio da Prata

O atrativos do Grupo Rio da Prata, Recanto Ecológico Rio da Prata e a Estância Mimosa Ecoturismo, passeios de ecoturismo em Jardim e Bonito (MS), receberam respectivamente nos dias 13 e 15 de abril, a visita da equipe do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres – CRAS – de Mato Grosso do Sul.

O local é um dos primeiros Centros de Triagem de Animais Silvestres criado no Brasil, para receber animais para serem reintegrados à natureza, onde são alimentados e passam por tratamento até a soltura.

No Recanto Ecológico Rio da Prata foram soltos 03 tucanos, 01 gambá, 01 filhote de jararaca, 02 jiboias, 01socó-boi, 02 quatis, 01 jaguatirica e 01 arara-vermelha.

Já a Estância Mimosa recebeu a soltura de 8 araras- canindé. As aves ficaram no recinto de aclimatação instalado no Recanto Ecológico Rio da Prata, antes de serem soltas na natureza da Estância Mimosa.

Parceria

A Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN – Cabeceira do Prata, onde ocorre o passeio de trilha e flutuação do Recanto Ecológico Rio da Prata, é credenciada para receber a soltura proveniente do CRAS desde 1996. Já a Estância Mimosa Ecoturismo está apta a receber os animais silvestres provenientes do CRAS desde 2009.

Artigo sobre Projeto Peixes de Bonito é um dos destaques da revista Ciência Pantanal

A sexta edição da Revista Ciência Pantanal, publicação da WWF-Brasil, traz em suas páginas o artigo “Peixes de Bonito”, de autoria do biólogo e pesquisador José Sabino e Luciana Paes de Andrade.

O Projeto Peixes de Bonito comemora em 2021, 20 anos de conexão entre ciência, comunidade, proteção a espécies e visitação sustentável. A iniciativa envolve atividades de pesquisa em ecologia e comportamento de peixes e tem como objetivos a conservação da biodiversidade.

Parceria firmada com o Recanto Ecológico Rio da Prata, passeio de ecoturismo em Jardim (MS), possibilitou muitas pesquisas e também descobertas de diversas espécies de peixes nos rios da região.

Confira aqui a revista na íntegra!

Peixes de Bonito

O Projeto Peixes de Bonito foi idealizado pelo biólogo José Sabino, professor e pesquisador da Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal – Uniderp/Anhanguera.

Iniciado em 2000, o projeto tem parceria com diversas instituições de pesquisas e organizações não-governamentais do Brasil e do exterior. O Projeto Peixes de Bonito envolve atividades de pesquisa em ecologia e comportamento de peixes e tem como objetivos a conservação da biodiversidade e o uso sustentável dos rios do Planalto da Bodoquena. Vários estudos e ações vêm construindo um sólido conhecimento para ajudar a conservar esse patrimônio natural brasileiro. Em Bonito, o projeto concentra suas atividades no rio Sucuri (Fazenda São Geraldo) e em Jardim, no rio Olho D\Água (Recanto Ecológico Rio da Prata). Há também pesquisas no rio Formoso, o principal rio da região de Bonito.

A Publicação

A revista Ciência Pantanal foi incialmente criada pela WCS Brasil (Associação Conservação da Vida Silvestre) para levar resultados de pesquisas realizadas no Pantanal aos pantaneiros e demais interessados na conservação da natureza e da cultura pantaneira.
Quando a organização deixou de existir no Brasil, o WWF-Brasil assumiu sua manutenção por entender que a produção de cultura e de ciência no Pantanal deveriam ser mantidas e divulgadas para o grande público.

A distribuição da revista é gratuita.

Diretor do Grupo Rio da Prata recebe Moção de Congratulação por ações em prol da preservação dos Recursos Hídricos do MS

O Diretor do Grupo Rio da Prata, Eduardo Folley Coelho, foi homenageado com Moção de Congratulação concedida pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, em reconhecimento pela contribuição no desenvolvimento de trabalhos e ações em prol da preservação dos Recursos Hídricos do Estado de Mato Grosso do Sul.

A homenagem foi entregue durante a realização do II Seminário Estadual da Água, evento virtual realizado em março deste ano, proposto pelo Deputado Estadual e Coordenador-Presidente da Frentte Parlamentar de Recursos Hídricos/ALEMS, Renato Câmara (MDB).

O Grupo Rio da Prata é formado pelos passeios de ecoturismo Recanto Ecológico Rio da Prata e Lagoa Misteriosa, em Jardim e a Estância Mimosa, em Bonito, resultado de um projeto familiar que colocou em prática a capacidade de empreender e inovar, com o propósito de criar um modelo de ecoturismo organizado com visitação limitada, focado em qualidade e segurança, além de economicamente viável. Além de proporcionar uma experiência de encantamento aos visitantes, contribuem com a preservação da dos rios e natureza da região.

Veja abaixo a Moção:

“A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul, Casa de Leis e da Cidadania, por proposição do Deputado Estadual Renato Câmara, homenageia em comemoração a Semana Estadual da Água, de 16 a 22 de março – Lei n. 4.878/2016, o Senhor Eduardo Folley Coelho pela contribuição no desenvolvimento de trabalhos e ações em prol da preservação dos Recursos Hídricos do Estado de Mato Grosso do Sul”.

IGMA realiza ação ambiental no Recanto Ecológico Rio da Prata

O Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim-MS) recebeu no dia 12 de março nova ação em parceria com o Instituto Guarda Mirim Ambiental de Jardim-MS (IGMA).

Trata-se dos projetos “Cuidar e Preciso recuperação das matas ciliares dos Rios da Prata Santo Antônio e Miranda” e projeto “Semeando vida no cerrado sempre”.

Participantes do IGMA realizaram atividades de educação ambiental no Viveiro de Mudas do atrativo turístico, no qual foi feita limpeza e organização das bancas e retirada de ervas daninha.

O viveiro de mudas do Recanto Ecológico Rio da Prata produz, em especial, as espécies típicas do Cerrado, onde as sementes são coletadas diretamente na Reserva Particular do Patrimônio Natural- RPPN. As mudas são utilizadas em projetos de recuperação de áreas dentro da propriedade, venda para visitantes e também convênios para doação para instituições.

Após as atividades no viveiro, os alunos e monitores do IGMA realizaram o passeio de trilha e flutuação no Recanto Ecológico Rio da Prata, acompanhados pelos guias de turismo Marcos Violante e Marcelo Ortiz.

Biólogo José Sabino realiza monitoramento no Recanto Ecológico Rio da Prata

José Sabino, Biólogo, Professor da Uniderp, atua há mais de 25 anos junto ao Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim-MS). Durante todo esse período foi possível acumular um conhecimento bastante robusto , através de pesquisas realizadas no local, orientações de projetos de Mestrado e Doutorado, em colaboração com professores e pesquisadores de outras universidades, tanto do Brasil quanto do exterior.

Biólogo José Sabino acompanhado por Teódison Gonçalves (Mano), gerente do Recanto Ecológico Rio da Prata.

Teve início, então, neste mês de março no Recanto Ecológico Rio da Prata, trabalho de monitoramento para a criação de um protocolo com informações precisas , com evidências e métricas que auxilie na exploração da biodiversidade de maneira sustentável do local.

VEJA AQUI O DEPOIMENTO!

“Temos uma base que permite que a gente que contribua com a sustentabilidade com a operação turística de mínimo impacto, que é um dos objetivos do ecoturismo”, diz Sabino.

Ao longo desses anos, José Sabino descreveu elementos como relação entre os organismos , os processos ecológicos, as interações entre peixes e a mata ciliar. “Um conjunto de informações, que permite que a gente conheça o funcionamento desse sistema biológico riquíssimo, um ambiente com um padrão elevadíssimo, tanto da operação turística, quanto da riqueza , as espécies que compõe a biodiversidade. Temos aqui por volta de 65 espécies de peixes registradas na região”, diz.

São peixes diurnos e noturnos, que migram e que realizam diversos processos biológicos na região. “Alguns peixes como a piraputanga interagem curiosamente com os macacos prego. Eles comem frutos ao longo da mata ciliar e parte desses frutos caem na água fazendo com que as piraputangas, imediatamente, venham comer esses frutos e depois acabam dispersando as sementes ajudando na manutenção do sistema”, explica o biólogo.

“São relações ecológicas como essa que permite que a gente conheça o rio em maior profundidade e, através desse conhecimento, gere informações que contribua com o monitoramento que revela a saúde do rio mesmo depois de 25 anos de uma operação turística bastante controlada, com protocolos e que permite a interação do turista com o meio ambiente”, acrescenta Sabino.

As informações serão compiladas em um protocolo com evidências e métricas que auxilie na exploração da biodiversidade de maneira sustentável, gerando assim informações para os guias , colaboradores e visitantes.